Recebi um comentário muito interessante de um questionador, assim como eu. Quando acontece isso, sinto-me feliz por ver que há pessoas que procuram ter uma visão mais ampla sobre as barbáries e controvérsias.
Esse comentarista falou o que há de mais certo: Não importa a religião, mas sim o que fazemos.
Não sou ateu, mas como quem lê o blog aqui sabe, não simpatizo nada com a religião católica, tenho sérias ressalvas com algumas idéias protestantes, medo do fanatismo evangélico, nojo das igrejas caça níqueis e por aí vai.
Talvez os budistas e hindus estejam mais próximos da simplicidade e verdade. Talvez Umbanda e Candomblé sejam também.
Concordo tanto com o que o comentarista falou, que resolvi não responder, mas sim escrever este post.
Abrir a mente é necessário. Um ou outro consegue. Acredito que este seja o real caminho para a salvação. Com certeza não está em explodir um restaurante ou uma embaixada, muito menos se aproveitar de coroinhas.
Acho sim que a ICAR começou com uma mentira. Também acho que Maomé foi mal interpretado ao se tornar o ícone que é. Por aí vai… É difícil escolher uma religião quando se estuda profundamente o que fizeram. Sempre se acha um massacrezinho meio escondido nas margens da história.
Qualquer religião que tenha usado de qualquer tipo de violência, não é uma egrégora para religar o homem a Deus. Seja a violência que for. De empalamento, tortura até a promessa de que se der o dinheiro do leite das crianças para o pastor, a casinha no céu está garantida.
A salvação está ligada ao seu legado. No fim, é o que você deixa para o mundo. Com bastante trabalho, talvez um ou dois indivíduos que vieram de você e que levarão os valores aprendidos para a frente. Se os seus valores forem honestos, tanto melhor.
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