Seis meses

Hoje minha filha está de aniversário. Seis meses. Meio ano atrás, ela surgiu finalmente, depois de longa espera. Surgiu briguenta, com a cara vermelha e franzindo a testa. Um mau humor que devo confessar, é igual ao meu. Imediatamente, num piscar de olhos, tive a certeza de que o meu mundo seria diferente. Não porque os amigos que são pais e mães avisaram, mas porque uma voz interior queria falar para todos o quanto estava feliz.

Sinto saudades dela, porque preciso trabalhar. Ela me olha de manhã e sorri. Coloca a mão na minha cara e sorri e eu, vou para o trabalho. Hoje de manhã esqueci os óculos. Quando voltei ela estava olhando pra baixo, mas quando ouviu minha voz ergueu a cabeça e me olhou firme. Logo depois, sorriu e por pouco não fiquei ali com ela.

Porque escrever isso aqui no blog? Porque sim ué. Um dia talvez ela leia isto, lá por volta de 2023, braba comigo porque não comprei algo que ela queria.e resolva fazer as pazes comigo. Sei lá. Talvez ela me convide para ver TV.

Calor insuportável, greve dos rodoviários e dos correios…

Agora só falta acabar a cerveja.

Esta cidade está insuportável. Falta luz em vários bairros, falta água, o calor está de matar, a frota dos ônibus estão na garagem, as cartas estão acumuladas nos postos do correio… falta o que mais? Acabar a cerveja?

Ainda por cima tem os chatos que agora resolveram protestar contra a copa do mundo. Gente, vocês deviam ter feito isso antes, agora não adianta mais. Vocês estão é pedindo para levar bala de borracha no lombo. A copa vai sair, de preferência com um clima mais ameno que o atual.

Daí, depois de desistir de achar algo que preste na televisão, vou para a internet. O que tem? Só gente falando do tal beijo gay na Globo. Agora a Globo é a melhor tv de todas. Antes era uma manipuladora… mas agora, que mostrou um beijo gay, a emissora é corajosa e coisa e tal. 

Nossa, acho que o calor deve ter afetado o cérebro dessa gente toda. Espero que a Dilma faça o programa CALOR ZERO ou MEU AR, MINHA VIDA, com ar-condicionado barato para todos. De repente assim o juízo volta na cabeça das pessoas e percebam o caos que está essa cidade.

Dízimo periódico

Claro que não é matemática. É sobre o dízimo nas igrejas, especialmente as evangélicas. Ouvi outro dia de uma pessoa, que ela não se importa com o destino do dinheiro dado para a igreja. O que importa é que ela deu com amor aquele dinheiro. Entregou para Deus aquele dinheiro com verdadeiro amor e devoção.

Deixa ver se entendi.

Não importa se o pastor compra uma casa ou um canal de televisão. O que importa é que o dinheiro do DADO com amor. Então, ela está colocando nos ombros do pastor ser bom caráter e usar o dinheiro para um fim nobre, não de lucro pessoal.

Não consigo aceitar isso de jeito algum. Se eu der um dinheiro para uma instituição, quero ver ele ser gasto inteiramente com caridade. Não para ajudar ao pastor comprar um carro novo. Se os seguidores evangélicos abrissem os olhos e vissem esta pequena verdade, deveriam concentrar seu dízimo em igrejas que NÃO visem o lucro.

Neste caso, igrejas falcatrua fechariam as portas e ao invés de sustentar nababescas casas de pastores marketeiros, o dinheiro do dízimo serviria para ajudar pessoas que tem necessidade.

Quem me conhece sabe que sou contra toda instituição religiosa, entretanto, creio em Deus, mas não acho que cabe a Ele a administração de bens. A mim fica bem claro que Deus não sabe nada de contabilidade, pois as igrejas pedem em todos os cultos mais e mais dinheiro. Ou é isso, ou os “eleitos” para serem seu “porta-voz” não sabem nada de administração. Acho sinceramente muito mais próximo Dele ajudar diretamente ou em grupo de pessoas. Pelo menos eu sei que o prato de comida oferecido custou tanto e não foi desviado para pagar a gasolina do carro importado de um pastor safado.

Por isso que acredito nas instituições feitas por pessoas que buscam o bem sem propagandear, sem alardes. Que fazem coisas sem precisar de um “show” para o “universo” ver.

Férias produtivas

Durante as férias, num dia de pouca coisa para fazer, resolvi abrir o word para ver o que saia. Não um post, mas se algum texto iria fluir. Depois de algum tempo pensando no que escrever resolvi colocar no papel, ou melhor, nos bytes, as coisas que estudei durante tanto tempo. Coisas que falo no blog, que as vezes agradam, as vezes irritam e as vezes dão medo. Vou levar isso adiante para ver onde vai dar. Não sei quando e não sei que tamanho este texto terá. Tampouco sei se poderei mostrar isto para alguém. Vai que queiram fazer uma fogueira comigo.

Maquete eletrônica. Está certo este nome?

Antigamente, só se fazia maquete volumétrica. Maquetes com papelão, esponja pintada, espuma, tinta, carrinhos de brinquedo e o que mais estivesse a mão para soltar a criatividade. Daí, essa maquete fica exposta em algum lugar, um saguão, no plantão de vendas e sei lá mais onde. Depois, veio o 3D. O nome maquete permaneceu, mas o meio ficou diferente.

Na maquete em 3D, todo o projeto é realizado em planta baixa e depois adicionado o eixo Z. Com a altura, temos então uma maquete virtual, também chamada de maquete eletrônica. Mas por que eletrônica? O meio é eletrônico, mas a maquete não. Na verdade é uma maquete que não existe fisicamente, portanto, de mentirinha, de faz-de-conta. Se é assim, ela é na verdade virtual.

Por isso creio que o nome “maquete eletrônica” não é apropriado, deveria ser “maquete virtual”. O nome “ambiente virtual” quando interno, também parece ser mais correto.

Eu venderia a ideia assim então: eis uma maquete virtual.

 

 

Por que não falar?

Esses dias estava pensando, mais precisamente sobre o caso do Pampa Burguer. Quando foi noticiado, foi dito que “uma lanchonete da cidade” e não “no Pampa Burguer”. Qual será o motivo dessa proteção? Não consigo entender isso.

Qual é o problema de dizer a marca?

 

Por que não falar?

Esses dias estava pensando, mais precisamente sobre o caso do Pampa Burguer. Quando foi noticiado, foi dito que “uma lanchonete da cidade” e não “no Pampa Burguer”. Qual será o motivo dessa proteção? Não consigo entender isso.

Qual é o problema de dizer a marca?